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Protagonismo juvenil em prol de comunidades mais sustentáveis

September 14, 2018

Associação Pró-Esporte e Cultura e Instituto Terroá iniciam nova fase de sua parceria. 

 

No primeiro semestre de 2018, o Instituto Terroá, por meio de seu Programa Jovens Transformadores, conheceu de perto a realidade dos projetos da Associação Pró-Esporte e Cultura (APEC). Foram doze horas de oficinas para as crianças e adolescentes do 5º ao 6º anos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor José Rodini Luiz, em que foram abordadas temáticas como sustentabilidade, cidadania, participação política, empreendedorismo e voluntariado. Recentemente, o facilitador das oficinas, Daniel Bellissimo, entregou os certificados de conclusão para as 33 crianças e adolescentes que participaram dos encontros.

 

Ciente dos desafios encontrados pelos professores de Cultura e Esporte da APEC, o Instituto Terroá será, agora, um parceiro estratégico da associação em busca do objetivo de ampliar a inserção comunitária das crianças e adolescentes, a fim de que eles sejam capazes de exercer o seu protagonismo juvenil liderando ações voluntárias, de participação política e de empreendedorismo junto às suas famílias e comunidades.

 

Até dezembro de 2018, a ideia é desenvolver as ações em dois núcleos-piloto: a própria EMEF José Rodini Luiz, no bairro Jardim Zara, e o Céu das Artes, no bairro Ribeirão Verde. “Nós esperamos que, mesmo com o curto prazo do projeto, a comunidade esteja aberta a acolher as demandas e ações dos jovens. Afinal, uma cidade educadora requer abertura dos três setores para fomentar e incentivar boas iniciativas das crianças e adolescentes: governo, empresas e sociedade civil”, comenta Daniel Bellissimo, coordenador do projeto.

 

“Ainda que as ações sejam simples e de baixo impacto, o importante é plantar nas crianças, nas famílias, nas lideranças comunitárias e nos professores a importante ideia de que a juventude tem um papel fundamental no desenvolvimento de nossos territórios. Não é mais possível que a vejamos como passiva de nossas políticas e ações. Deve-se dar espaço nas associações de bairro, nas escolas, nas instâncias políticas (como equipamentos da prefeitura, ou conselhos e audiências públicas) para que a juventude tenha sua voz ouvida e tenha condições de ser protagonista na construção de seus sonhos”, resume Sócrates Júnior, diretor de projetos na APEC.

 

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